Um boi no caminho de Leonardo Gadelha

Pré-candidato a deputado federal, Leonardo Gadelha (PSC), tomou um susto no último sábado (2).

>> Lucélio ataca a Granja

Leonardo seguia de João Pessoa para Sousa, quando colidiu com um boi na BR-230, entre as cidades de Santa Luzia e São Mamede, no Sertão.

Leonardo Gadelha passa bem e torcendo para que tenha sido a última barreira no caminho à Câmara Federal.

Lucélio ataca a Granja

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o pré-candidato do PV ao Governo do Estado, Lucélio Cartaxo, propôs transformar a Granja Santana, residência oficial do governador da Paraíba, em um Parque Jardim – na área verde do local – e no Museu da Inovação – onde é a casa do chefe do Executivo.

>> Um boi no caminho de Leonardo Gadelha

As despesas da Granja Santana são sempre questionadas pelos opositores do governador Ricardo Coutinho (PSB), que creem em mordomia por parte do socialista.

E é no corte de gastos e equilíbrio de despesas, para executar a espinhosa proposta – em caso de eleição -, que Lucélio ataca a Granja.

Cadê a Copa?

Chegou junho. O mês da Copa do Mundo, o maior evento esportivo do planeta. Estamos a 13 dias do ponta pé inicial e a 16 da estreia da seleção brasileira contra a Suíça.

Acostumamos ver o país parar a cada quatro anos. Mas não é o que acontece em 2018. O que menos vemos nas ruas são adereços em verde e amarelo. Até mesmo as famosas bandeirinhas nos carros estão escassas

Segundo o vendedor ambulante Fábio Gleidson, nas últimas copas, a média de venda por dia era de 20 a 30 bandeiras. Hoje, esse número não passa de 3 bandeiras.

“A procura tem sido muito pouca. O povo está muito decepcionado com o nosso país pelo que está passando, essa crise política. A cada 300 carros um passa com uma bandeirinha. Mas tenho fé em Deus que melhore”, relatou.

O 7 a 1 para Alemanha, em 2014, pode até contribuir para o desinteresse em parte dos brasileiros, mas está longe de ser o real motivo. O foco do país está longe dos gramados: ex-presidente da República preso, intervenção federal no Rio de Janeiro, constantes denúncias contra o presidente Michel Temer, aumento da gasolina e a recente greve dos caminhoneiros, que paralisou o país durante dez dias.

O brasileiro despertou para o que realmente importa. Não deixou de gostar de futebol, mas trocou parcialmente Tite por Cármen Lúcia, Neymar por Sérgio Moro. Apesar do 7 a 1, ainda somos bons com a bola nos pés – não devemos perder esta essência -, mas o pão e circo em meio ao caos político e social não faz sentido.

A Copa ficou para outubro, nas urnas.

Democracia e imprensa, uma depende da outra e vice e versa. Por Heron Cid

Por mais ranger de dentes, por mais reações e levantes, o Brasil está submetido a um processo irreversível de enfrentamento do espelho. E quando olhamos, não vemos nada muito bom.

Mas vemos, e essa possibilidade, antes castrada, ajuda muito a reconhecer quem somos para projetar o que podemos nos transformar. Pra melhor, claro.

Nessa (re) construção, a imprensa desponta com papel relevante e insubstituível. O que seria da cidadania, nessa quadra, sem o direito à informação?

O que seria do cidadão sem tomar conhecimento pleno e em tempo real de investigações, bastidores, armações e posições de todos os atores dessa cena?

A imprensa brasileira evoluiu muito.

Muito graças à resistência histórica de seus profissionais, da evolução qualitativa provocada pelos cursos de Jornalismo, mas especialmente pelo espírito combativo, provocante e crítico da ala majoritária desse segmento.

A democracia não existe sem imprensa livre. E o exercício jornalístico nunca será pleno sem democracia. Essa é uma via de mão dupla da qual não podemos abrir mão.

Heron Cid

“Já vai tarde”

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o líder do PSB na Câmara Federal, o deputado Júlio Delgado (MG), vibraram com o pedido de demissão de Pedro Pullen Parente da Petrobras.

“Já vai tarde. Já destruiu demais a Petrobras”, Carlos Lupi.

“Notícia para se comemorar, é o maior responsável pela crise com sua política de preços [internacionalizada]”, Júlio Delgado.

As declarações foram dadas ao Rádio Verdade, da Rede Arapuan de Rádios.