Ato obsceno na UFPB será investigado

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) abrirá procedimento para investigar um ato obsceno protagonizado por um homem pelado, na noite da última segunda-feira (24), no Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCHLA).

Em vídeos que circulam no aplicativo de mensagens Whatsapp, o autor aparece introduzindo o dedo no ânus.

De acordo com a coordenadora do CCHLA, Mônica Nóbrega, a segurança da instituição enviará um relatório do episódio para identificar a motivação do autor. Ainda não se sabe se o homem é aluno da UFPB.

Ibope: Bolsonaro mantém 28%, mas perderia no 2º turno para Haddad, Ciro e Alckmin

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda (24) aponta que Jair Bolsonaro (PSL) segue na liderança da corrida presidencial, apesar de estacionado, com 28% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad (PT), que vai a 22%.

Em seguida estão Ciro Gomes (PDT), com 11%, Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%, e Marina Silva (Rede), com 5%.

Em um segundo turno, o candidato do PSL perde para Ciro (46% a 35%),  Haddad (43% a 37%) e  Alckmin (41% a 36%). E empataria com Marina Silva (39% a 39%).

Em relação aos demais candidatos, a lista segue com João Amoêdo (Novo), que tem 3%, Alvaro Dias (Podemos) e Henrique Meirelles (MDB), com 2% cada, e Guilherme Boulos (PSOL) com 1%. Cabo Daciolo (Patriota), João Goulart Filho (PPL), Vera Lúcia (PSTU) e Eymael (DC) não pontuaram neste levantamento.

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O capitão reformado também lidera no quesito rejeição, com 46% dos eleitores declarando que não votariam no candidato do PSL de jeito nenhum. Em seguida aparecem Haddad (30%), Marina (25%), Alckmin (20%), Ciro (18%), Meirelles, Daciolo, Eymael e Boulos (11% cada), Vera (10%), Dias e Amoêdo (9% cada).

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo e ouviu 2.506 eleitores nos dias 22 e 23 de setembro em 178 cidades brasileiras.

O levantamento está registrado no TSE com o número BR-06630/2018.

Folha

Secretário-geral do PSDB repreende Cássio por afago em Bolsonaro

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB), candidato a reeleição na Paraíba, foi repreendido nesta segunda-feira (24), pelo secretário-geral do PSDB, o deputado Marcus Pestana (MG), pelas críticas a campanha do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), na última sexta-feira (21), em virtude dos ataques a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) no guia eleitoral.

Ao autor do Blog, Pestana tratou como inoportuno o tom de Cunha Lima ao ex-governador de São Paulo.

“Não é hora propícia para uma DR (discutir relacionamento) pública. É hora de arregaçar as mangas para defender o nome de Gerado Alckmin como aquele que tem todas as características para tirar o Brasil da crise”, advertiu.

Marcus Pestana combateu a candidatura de Bolsonaro, a quem classificou de radical e intolerante.

“Nós temos o dever, eu, o senador Cássio, Geraldo Alckmin de alertar a população sobre a gravidade do momento e a marcha da insensatez. O Brasil não precisa de mais radicalismo e intolerância”, pregou.

“A campanha de Alckmin está fazendo o que dever, portanto, o senador Cássio está equivocado”, arrematou.

Ao Arapuan Verdade, Cássio disse que Bolsonaro representa o sentimento de mudança profunda que a população brasileira deseja.

Bolsonaristas comparam mulheres a cadelas. Assista

Eleitores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) ganharam as ruas do Recife (PE), na manhã deste domingo (23). Líderes de movimentos da sociedade civil e representantes religiosos participaram do evento, que contou com um trio elétrico e carros de som.

Durante o ato, bolsonaristas cantaram músicas que atacam a esquerda, a outros presidenciáveis e a políticos em geral, como a deputada Maria do Rosário, e exaltavam a direita e o candidato Jair Bolsonaro (PSL).

Em uma das canções, paródia da música ‘Baile de Favela’, a letra faz críticas ao feminismo e cita a Central Única dos
Trabalhadores. ”Dou para CUT pão com mortadela e para as feministas ração na tigela, as minas de direita são as top mais belas, enquanto as de esquerda têm mais pelo que cadela”. Veja no vídeo:

Com Jornal do Commercio

Cássio critica estratégia de Alckmin em atacar Bolsonaro

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) criticou à estratégia do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) de atacar o candidato Jair Bolsonaro (PSL). Para o tucano, ao tentar desconstruir o líder das pesquisas, a campanha de Alckmin não poupou o eleitorado que até pouco tempo era do PSDB.

“O PSDB cometeu um erro quando atacou Bolsonaro, atacou um sentimento, atacou um eleitorado, que era do PSDB até pouco tempo. Foi um erro de estratégia. Ao invés de atacar o PT, um adversário histórico, miraram em Bolsonaro”, disse.

Cássio continuou:

“Um dos mais graves erros do PSDB foi o de dissociar do sentimento de mudança profunda. Bolsonaro catalisou um sentimento que semeia em grande parte da população brasileira. Um sentimento contra a corrupção, insegurança e cheia de privilégios”, enfatizou em entrevista ao Arapuan Verdade, da Rede Arapuan de Rádios.

Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha, Alckmin aparece com 9% das intenções de voto, apesar de ser dono do maior tempo de propaganda obrigatória na televisão. O ex-governador de São Paulo não fará campanha na Paraíba.

CRM-PB descarta interdição na UPA Bancários

Presidente do Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB), João Gonçalves de Medeiros Filho, descartou a chance de interdição da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) dos Bancários, em João Pessoa. Ao Blog, Medeiros disse que a prefeitura se comprometeu em solucionar o déficit de médicos na unidade.

O departamento de Fiscalização do CRM-PB notificou, nesta quinta-feira (20), a Secretaria Municipal de Saúde após denúncias de sobrecarga de trabalho da equipe médica. Para o funcionamento da UPA, o Ministério da Saúde exige a presença de três médicos para cada especialidade – pediatra, ortopedista e clínico.

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de João Pessoa informou que alguns profissionais aprovados em concurso público foram convocados, mas desistiram do cargo. Uma terceira convocação será publicada nesta sexta-feira (21).

Senador deve substituir Bolsonaro em agenda na Paraíba

O senador Magno Malta (PR-ES) deve substituir o presidenciável Jair Bolsonaro na agenda que o candidato do PSL teria na Paraíba no início de outubro.

A informação foi dada pelo vice-presidente do PSL, Julian Lemos, ao Arapuan Verdade.

Malta é pastor evangélico e um dos principais articuladores da campanha de Bolsonaro, que ainda está se recuperando de uma facada.

José Dirceu: “Quem vai libertar Lula é o povo”. Ouça

“Quem vai libertar Lula é o povo”, a previsão é do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, homem forte do primeiro governo Lula (PT).

Condenado por crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa na Operação Lava Jato, Dirceu disse em entrevista ao Arapuan Verdade, da Rede Arapuan de Rádios, que o “o Brasil vai presenciar” a libertação de Lula por intermédio do povo.

“Quem vai libertar o Lula é o povo. Você vai ver”, cravou.

Questionado se seria na ‘marra’, José Dirceu desconversou: “Ninguém falou que será na marra. Sem pressão popular, sem a nossa vitória [Fernando Haddad]”.

“A prisão de Lula viola a constituição, a não permissão de atos de campanha dele viola a própria lei eleitoral. Milhares de vereadores e prefeitos fizeram campanha impugnados, foram eleitos, tomaram posse e depois foram cassados, mas para o Lula não vale. O Lula não está condenado em última instancia. Uma coisa é a prisão em segunda instancia, outra coisa é a condenação em última instância”.

Dirceu criticou a atuação de Lula e do PT no projeto da Lei da Ficha Limpa, aprovado em 2010.

“A lei da Ficha Limpa é um dos maiores erros que o Brasil cometeu. Quem decide se alguém é candidato ou não, é o povo. Não pode ser o juiz eleitoral”, ressaltou.

“Eu e José Genoíno fomos contra”, enfatizou.

Por 3 votos a 1 (Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em junho soltar José Dirceu até que os recursos deles sejam julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Ouça abaixo a entrevista completa com o ex-ministro.

Datafolha: Ciro é quem livra o país de bolsonaristas e petistas

Pesquisa Datafolha divulgada na madrugada desta quinta-feira (20) confirmou em parte o que trouxe o Ibope vinte e quatro horas antes. Fernando Haddad (PT) segue crescendo desde que assumiu a condição oficial de candidato substituto do ex-presidente Lula – avançou para 16% das intenções de voto, três pontos a mais que na última pesquisa do instituto sexta-feira (14). Ciro Gomes (PDT) permaneceu com os mesmos 13%. Está tecnicamente empatado com o petista no segundo lugar.

Eis a diferença das pesquisas Datafolha e Ibope.

No Ibope, Haddad atingiu 19% das intenções de voto, abrindo vantagem considerável sobre Ciro (11%) e consolidando o cenário de segundo turno entre Bolsonaro x PT. Um cenário catastrófico, aliás, entre o discurso do ódio contra os adoradores a políticos corruptos. Segundo o Datafolha, Jair Bolsonaro (PSL-RJ) segue na liderança da disputa ao Planalto, agora com 28% das intenções de voto, com oscilação positiva de dois pontos.

Ainda de acordo com o Datafolha, Ciro é o único candidato que livra o país dos dois extremos, com segurança razoável. Num confronto com Bolsonaro, o pedetista ganharia a eleição do candidato do PSL com 45% dos votos, com vantagem de seis pontos. Sobre Haddad, Gomes sobra com 42% contra 31%. Em outras simulações, Bolsonaro, que continua internado no Hospital Albert Einstein depois do atentado de duas semanas atrás, empata com Haddad, Alckmin e Marina.

Geraldo Alckmin (PSDB), dono do maior tempo de propaganda obrigatória na televisão, segue com 9% enquanto Marina Silva (Rede) oscilou para baixo um ponto percentual e tem 7%. Estão fora da disputa pelo segundo turno, mas parte do eleitorado que hoje está com o tucano e com a ex-ministra do Meio Ambiente pode fazer a diferença.

No conjunto do eleitorado, 40% dizem que podem mudar o voto. Entre eles, 15% indicam Ciro como segunda opção, 13% apontam Marina, 12% optam por Haddad e Alckmin e 11% indicam Bolsonaro.

Ibope PB

Pesquisa divulgada pelo Ibope, ontem (19), mostrou que o candidato do PSB, João Azevêdo, aparece na dianteira com 32%, ultrapassando José Maranhão (MDB), que antes tinha 31%, mas agora está com 28%. Eis que o pessebista cresceu 15 pontos percentuais em menos de um mês, mesmo diante do caos na segurança pública, com o ataque de criminosos ao presídio de segurança máxima do Estado. Lucélio Cartaxo (PV) saiu de 18% para 19%.

O gelo de Cartaxo, Maranhão e Cássio na eleição para presidente

A eleição para presidente não tem seduzido Lucélio Cartaxo (PV) e José Maranhão (MDB), candidatos ao Governo da Paraíba, e Cássio Cunha Lima (PSDB), candidato à reeleição ao Senado. Os três sequer citam as postulações de Marina Silva (Rede) – que tem como vice Eduardo Jorge (PV) -, Henrique Meirelles (MDB) e Geraldo Alckmin (PSDB) em seus guias.

Na semana passada, Maranhão desconversou sobre a candidatura de Henrique Meirelles (MDB). “Ele é candidato?”. Cássio Cunha Lima recebeu uma doação de R$ 550 mil do ex-governador de São Paulo, mas não cita o presidenciável do PSDB em seu programa eleitoral. Realidade diferente da de quatro anos atrás quando associava a sua imagem ao então candidato Aécio Neves (PSDB). A Paraíba teria um presidente amigo, dizia Cássio.

Nesta terça-feira (18), o prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), disse que o foco está na eleição do irmão, Lucélio Cartaxo. Perguntado sobre as posições radicais de Jair Bolsonaro (PSL) e do seu vice general Mourão (PRTB), Cartaxo afirmou que não faz política descaracterizando adversário – o PV é coligado ao PSL na Paraíba. Lucélio e Luciano também não são vistos pedindo voto para Marina Silva ainda que digam que a apoia.

Posições diferentes das adotadas pelo governador Ricardo Coutinho (PSB) e do candidato João Azevêdo (PSB), que colaram em Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT), candidato da vice-governadora Lígia Feliciano (PDT).

É verdade que tanto Haddad como Ciro se sobressaem na região Nordeste contra Alckmin e Meirelles. O tucano e o emedebista, aliás, não devem visitar a Paraíba durante a campanha do primeiro turno. O petista e o pedetista já visitaram o estado.

Por rejeição dos paraibanos aos seus presidenciáveis ou não, Cartaxo, Maranhão e Cássio deram um gelo na eleição para presidente.