Denúncias

Paraíba virou terra sem lei no futebol

O site GloboEsporte apontou em reportagem publicada ontem (7) que o Internacional de João Pessoa e Serrano de Campina Grande não poderiam ter votado na última eleição da Federação Paraibana de Futebol (leia aqui). 

Ambos ajudaram eleger a advogada Michelle Ramalho em um pleito que já é alvo de outras denúncias de fraudes (leia aqui).

E mais:

Internacional e Serrano são presididos por Tassiano Gadelha e Otamar Almeida, respectivamente. Ao mesmo tempo que são dirigentes dos clubes, também ocupam a condição de ouvidor e diretor executivo da Federação Paraibana. Uma infração ao Art. 27-A da Lei Pelé, que assinala:

Nenhuma pessoa física ou jurídica que, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de qualquer entidade de prática desportiva poderá ter participação simultânea no capital social ou na gestão de outra entidade de prática desportiva disputante da mesma competição profissional.

Caberá novamente a Justiça chamar o feito à ordem.

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