Luciano: “Ninguém aguenta mais oito anos de mau humor”

Toma lá dá cá. Se há poucos minutos, o governador Ricardo Coutinho (PSB) fez críticas ao prefeito Luciano Cartaxo (PV) por desistir de disputar o Palácio da Redenção e prevê novamente a desistência da pré-candidatura de Lucélio Cartaxo (PV) ao governo, Luciano ironizou o socialista. “Ninguém aguenta mais oito anos de mau humor”. Não perdeu tempo.

Ricardo sobre o PT: “Cada um sabe seu caminho”

Em tom de insatisfação, o governador Ricardo Coutinho (PSB) direcionou um recado ao PT, que desenha uma aliança com o PDT da vice-governadora Lígia Feliciano. “Cada um sabe seu caminho, vai ter um momento que a história vai cobrar cada ação dessa. O PT é maior de idade, deveria saber as coisas que acontecem na conjuntura política”, avisou antes de cutucar. “Agora me perguntem por Luiz Couto, que já demonstrou que está conosco. E convenhamos Luiz Couto é a maior representatividade do PT”.

Eleição no TO sinaliza consolidação do ‘não voto’. Por Josias de Souza

Nas eleições presidenciais simuladas, chamadas tecnicamente de pesquisas de opinião, o não voto registra ótimo desempenho, somando algo como um terço do eleitorado. Em agosto do ano passado, a eleição do governo-tampão do Amazonas indicou que a aversão à política não decorre um quadro estatístico mal-interpretado. Entre os amazonenses, a abstenção, os votos brancos e nulos somaram 43% do eleitorado. O resultado das urnas do Tocantins, abertas neste domingo, aponta para uma consolidação do fenômeno. Com 52%, o não voto prevaleceu na disputa pela poltrona de governador.

No Amazonas, o cacique Amazonino Mendes, hoje na tribo do PDT, tornou-se governador pela quarta vez com 782.933 votos. Uma marca bem inferior à quantidade de títulos eleitorais que preferiram ficar em casa ou desperdiçar o voto: 1.016.635 eleitores. No Tocantins, o governador interino Mauro Carlesse, do nanico PHS, foi efetivado no cargo por pouco mais de mais de 368 mil eleitores. Ali, a turma do não votos juntou mais de 520 mil eleitores com o nariz retorcido.

Não são negligenciáveis as chances de a experiência se repetir em outubro, quando a sucessão presidencial evoluirá da simulação das pesquisas para o teste independente das urnas. A menos que algum partido consiga criar o presidenciável perfeito a partir de um processo de fusão a frio, a hipótese de o não voto virar uma vedete também na temporada eleitoral de 2018 é assustadoramente real. Disso pode resultar a escolha de um novo presidente com baixa legitimidade.

Se os resultados do Tocantins e do Amazonas indicam alguma coisa é que o eleitorado brasileiro começa a evoluir da indignação para o sonambulismo. Se esse processo for levado às últimas consequências, o que parece um protesto tende a se converter em omissão. Além de acomodar outro presidente precário no Planalto, as estruturas mais carcomidas e tradicionais da política elegerão o rebotalho para o Congresso, para os governos estaduais e para as assembleias legislativas.

Como se sabe, um progresso que produza desenvolvimento equânime e distribuição igualitária dos resultados não costuma cair do céu, por benemerência da oligarquia política e empresarial. No limite, as eleições existem para que o povo dê uma lição nos seus pseudo-representantes. Se não acordarem, os sonâmbulos desperdiçarão mais uma oportunidade de educar na marra os aproveitadores. Uma pena.

UOL

A despercebida passagem de Alckmin pela Paraíba

Não parece, mas o ex-governador de São Paulo e pré-candidato à presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB), esteve na Paraíba neste sábado (23) de São João. O tucano visitou Campina Grande e foi acompanhado de perto pelo presidente do PSDB-PB, Ruy Carneiro, o prefeito da cidade Romero Rodrigues, além dos deputados Tovar Correia Lima e Pedro Cunha Lima. Com pouca aceitação no Nordeste, Alckmin manifestou o interesse de ter um nordestino como vice. O aceno para região, no entanto, não causou nenhum frisson entre os forrozeiros do Parque do Povo que não deram a mínima para o presidenciável em uma passagem despercebida pelo estado.

Dançando para não dançar

Quase todos os pré-candidatos ao governo da Paraíba arrastaram o pé e registaram o momento nas redes sociais. O primeiro foi o senador José Maranhão (MDB), presente em praticamente todos os eventos juninos no estado. Depois, Lucélio Cartaxo (PV) e Lígia Feliciano (PDT) pegaram o embalo. Na ausência de João Azevedo (PSB), que ainda não caiu no forró, o pré-candidato ao Senado e deputado federal Veneziano Vital do Rego (PSB) dançou um xote com a esposa Ana Cláudia Vital [pré-candidata a deputada federal pelo Podemos]. Em tempo de São João, dançar é regra. Só não vale dançar na política.

A dura missão de torcer pelo Brasil

Antes fosse uma eventual carência técnica do time brasileiro como razão para afirmativa do título.

Vai além e pior.

Falta empatia de Neymar e os ‘parças’ para com o povo, e não, não é porque a grande parte dos 23 convocados atuam no exterior e não contam com a simpatia das maiores torcidas do país.

Com exceção de um e outro, os jogadores que representam a seleção brasileira na Copa da Rússia esbanjam antipatia e são mal-educados.

O badalado camisa 10 é o principal deles.

Para bola que joga é frustrante que Neymar seja um personagem tão intragável para o público. Um craque que não sabe ganhar, nem muito menos perder.

Quando está ganhando, Neymar tenta humilhar, mete carretinha, passa o pé por cima da bola, não se porta com dignidade.

Quando está perdendo, é violento, grosseiro, trapaceiro, dramático, ofende colegas, como fez com Thiago Silva contra a Costa Rica, grita com o árbitro para que não o encoste nele….

Atributos detestáveis.

No popular, é um grande mala. No pior sentido da expressão.

Cada qual com suas peculiaridades, o futebol brasileiro já teve outros grandes craques antes do ex-santista. Ronaldo, Romário, Rivaldo, Ronaldinho, Kaká… nenhum com o péssimo dom de jogar a torcida contra a seleção.

E para que não fiquemos só nele, foi pífia a colocação feita por Gabriel Jesus após a vitória – com as calças na mão – sobre a Costa Rica: “Todo mundo critica” e “precisamos de apoio” e o velho ‘todos contra a gente’.

Certamente estaremos novamente torcendo pela seleção brasileira contra a Sérvia, na próxima quarta (27), mas como tem sido duro torcer por ela.

Foto: Folhapress/Thiago Bernardes

ECAD bate no prato de Douglas Lucena

Dor de cabeça para o São João de Campina Grande, quando quase comprometeu o início da festa, o ECAD bateu na porta do prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena (PSB).

Ou melhor, no prato.

>> Aos pés de Bananeiras

Enquanto almoçava com a equipe do Rádio Verdade e com lideranças políticas e religiosas do Município, o gestor recebeu a indigesta visita de dois representantes do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição, a poucas horas do show do cantor Waldonys, que abriu o São João da cidade nessa quinta-feira (21).

Responsável por reservar direitos autorais a artistas musicais, o ECAD pediu a bagatela de 9 mil reais.

Aos pés de Bananeiras

Quem vai à Bananeiras pela primeira vez sai com uma certeza: o desejo de retornar. Foi com essa sensação que o autor do Blog deixou a cidade mais charmosa do Brejo da Paraíba na volta para João Pessoa após a edição especial do Rádio Verdade (Rede Arapuan de Rádios), no início da dobradinha com a Rádio Integração FM.

De um povo hospitaleiro, Bananeiras se diferencia de outras tantas cidades do interior do Nordeste, seja pelo clima gostoso neste período do ano, quando os termômetros chegam a marcar 15ºC, ou pela gastronomia saborosa e criativa, como o Peteca Gateau, a versão adaptada do tradicional Petit, esta feita com banana nanica, mel de engenho, canela e acompanhada de uma bola de sorvete de creme.

Foto: Heron Cid

Não esqueçamos das arquiteturas seculares, como a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Livramento e o Colégio das Dorotéias, nem muito menos do autêntico São João nordestino (100% forró pé de serra), o que atrai turistas de todas as partes do Brasil.

Pequena, talvez, só no tamanho geográfico. Bananeiras e seus quase 25 mil habitantes se agigantam no exemplo de receptividade e originalidade que oferecem a todo estado.

Rádio Verdade chega a Bananeiras

No dia que marca o início do inverno brasileiro, a edição do Radio Verdade, da Rede Arapuan de Rádios, será gerada direto de Bananeiras, na chegada do programa à região pelas ondas sonoras da Rádio Integração FM. A mais charmosa cidade do Brejo paraibano registra neste período do ano a temperatura de 15ºC, ganhando ares e gostos europeus.