Congresso

Efraim: protagonismo do DEM é fruto da oposição ao PT

Para o deputado paraibano Efraim Filho (DEM), o protagonismo do DEM no Congresso é fruto da oposição aos governos do PT.

Ao blog, destacou que as vitórias de Rodrigo Maia (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado) “não foram simples e nem ao acaso”. Lembrou que são “frutos da coerência em ter permanecido por 4 mandatos do PT na oposição sem aderir a tentação do fisiologismo do poder”. 

Além de presidir as duas Casas, o partido ainda ocupa três ministérios do governo Bolsonaro – um deles a poderosa Casa Civil.

Os dois DEM. O DEM preside as duas casas. Mas não se trata do mesmo DEM. No Senado, o do ministro Onyx Lorenzoni, que exerceu forte influência na vitória de Alcolumbre. Na Câmara, o de Rodrigo Maia, que em entrevista à repórter Andreia Sadi, da GloboNews, disse que dialoga com o governo Bolsonaro, desde que não seja com Onyx. O ministro tentou melar a reeleição de Maia na Câmara. Entenda!

Congresso

Maia deve vir à Paraíba

Atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), intensificará a sua campanha de reeleição no Nordeste.

Um dos destinos a ser visitado tende ser a Paraíba entre esta e a próxima semana. É o que sinalizou ao Blog o deputado Efraim Filho (DEM-PB).

Em entrevista recente, o paraibano destacou que “Rodrigo não é o preferido pelo PSL nem pela oposição, mas é o único que é aceito por ambos”.

O cenário, porém, se modificou em parte na última semana quando Maia recebeu o apoio do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro e dono, a princípio, da segunda maior bancada na Câmara com 52 deputados.

O acordo desagradou o PP de Aguinaldo Ribeiro – que chegou a ser cogitado para disputa pelo presidente do partido, Ciro Nogueira -, dono da terceira maior bancada e ocupante da segunda vice-presidência da Casa, com o deputado André Fufuca-MA. Vaga que será do PSL, caso Maia prospere.

O apoio de Bolsonaro também comprometeu a relação com os partidos de esquerda – PT (56 deputados), PSB (32), PDT (28) e PC do B (9), além do MDB (34).

De zero a dez

Cinco. É a escala da cúpula do Democratas para medir os entendimentos com o PSB, a três dias do fim do prazo das convenções partidárias.

O DEM reivindica a vaga de vice na chapa encabeçada pelo ex-secretário de infraestrutura do Estado, João Azevedo (PSB). Para tanto, sugere o nome do ex-senador Efraim Morais.

A preço de momento, a família Morais não está nem lá nem cá.

De Efraim para o PSB: “Queremos reciprocidade”

Com a segurança dada pela executiva nacional do Democratas, que aliança do Centrão com Geraldo Alckmin (PSDB), não refletirá necessariamente nos estados, o deputado federal Efraim Filho (DEM) aproveitou para endossar a indicação do seu partido ao nome do ex-senador Efraim Morais para vaga de vice na chapa de João Azevedo (PSB) ao governo.

Ainda que evite falar em imposição, Efraim endureceu o tom. “Não há imposição, existe diálogo, mas queremos respeito e reciprocidade, se tiverem argumentos, bom. Nós temos. Mas garanto que não tem nome melhor que o de Efraim [Morais]”, afirmou ao Arapuan Verdade, da Arapuan FM.

“Aliança vitoriosa tem que unir os diferentes. Efraim tem capacidade de trazer votos do setor produtivo paraibano. Essa é uma indicação não apenas do Democratas, mas sim de uma parte do grupo [partidos e prefeitos]”, argumentou.

DEM deixa clã Morais a vontade

Não será por falta de autonomia que o Democratas, do clã Morais, deixará de apoiar o PSB na eleição deste ano. Durante reunião nesta noite, em Brasília, a executiva nacional do partido deixou os diretórios estaduais a vontade.

>> Efeitos do apoio do Centrão a Alckmin

Segundo encontro: Lideranças do PP, PRB, PR, DEM e Solidariedade, o famoso Centrão, estão reunidos para decidir quem será o vice de Geraldo Alckmin (PSDB). As conversas com o empresário Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, esfriaram.

Além de DEM, PTB e PRB deixam convenção para um dia após PSB

As direções estaduais do PTB e PRB já definiram: a convenção que definirá coligações e apoio para o Governo do Estado só será dia 5 de agosto. Detalhe: à semelhança do DEM, os dois partidos farão o evento um dia após a data marcada pelo PSB, dia 4.

Três grandes partidos do governo vão deixar para bater o martelo na última hora.

Haja coração.

Heron Cid

Efeito Centrão-Alckmin: DEM convoca Efraim

A executiva nacional do Democratas convocou o deputado federal Efraim Filho para uma reunião em Brasília na próxima quarta-feira (25). No centro do encontro, os efeitos da aliança do Centrão com o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) para os estados.

>> Efeito Centrão-Alckmin respinga na Paraíba

Efraim Filho e Efraim Morais, filho e pai, comandam o partido na Paraíba e recebem desde a última semana forte pressão para reprodução da dobradinha com o PSDB no estado, o que implicaria no rompimento com o PSB.

Efeito Centrão-Alckmin respinga na Paraíba

A aliança do Centrão com o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) exigirá do governador Ricardo Coutinho e do pré-candidato do PSB ao governo do Estado, João Azevedo, esforços que não estavam previstos nos últimos dias de pré-campanha. Isso porque está em processo de construção a reprodução da aliança DEM-PSDB nos estados.

ACM Neto, prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, é quem está na linha de frente das articulações.

O primeiro efeito prático é não mais a garantia da manutenção do apoio ao PSB na Paraíba, dada até então como certa, apurou o Blog. Em Minas Gerais, o senador Antonio Anastasia (PSDB) pode retirar sua candidatura ao governo e apoiar o deputado federal Rodrigo Pacheco (DEM). Ao Blog, Pacheco tratou o movimento como natural.

Coincidência ou não, o ex-senador Efraim Morais, presidente estadual do legenda na Paraíba, e o deputado federal Efraim Filho (DEM) se encontraram neste fim de semana com o pré-candidato ao governo, Lucélio Cartaxo (PV), e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), no interior.

No fim tudo pode até permanecer como estar, mas os girassóis terão uma dor de cabeça a mais.

Frei e o voto para João

Ninguém pode cobrar autenticidade do deputado Frei Anastácio, nem quando bate cabeça consigo mesmo. O petista não hesita ao assumir sua preferência para sucessão estadual. “Eu voto em João Azevedo na cabeça de chapa”, cravou categoricamente antes de recolher a euforia com um indigesto questionamento: com Efraim Morais (DEM) na vice?

“Tá doido, rapaz?”