Congresso

Efraim: protagonismo do DEM é fruto da oposição ao PT

Para o deputado paraibano Efraim Filho (DEM), o protagonismo do DEM no Congresso é fruto da oposição aos governos do PT.

Ao blog, destacou que as vitórias de Rodrigo Maia (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado) “não foram simples e nem ao acaso”. Lembrou que são “frutos da coerência em ter permanecido por 4 mandatos do PT na oposição sem aderir a tentação do fisiologismo do poder”. 

Além de presidir as duas Casas, o partido ainda ocupa três ministérios do governo Bolsonaro – um deles a poderosa Casa Civil.

Os dois DEM. O DEM preside as duas casas. Mas não se trata do mesmo DEM. No Senado, o do ministro Onyx Lorenzoni, que exerceu forte influência na vitória de Alcolumbre. Na Câmara, o de Rodrigo Maia, que em entrevista à repórter Andreia Sadi, da GloboNews, disse que dialoga com o governo Bolsonaro, desde que não seja com Onyx. O ministro tentou melar a reeleição de Maia na Câmara. Entenda!

Congresso

Maia vem à Paraíba para se reunir com bancada federal

Conforme antecipou o blog no início da semana, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), estará em João Pessoa nesta segunda-feira (14) para um encontro com os deputados federais eleitos e reeleitos da Paraíba.

A missão é convencer os parlamentares que é o melhor nome para seguir presidindo a Casa. O apoio do PSL, do presidente Jair Bolsonaro, porém, desagradou o PP de Aguinaldo Ribeiro, além do PT de Frei Anastácio e o PSB de Gervásio Maia.

Congresso

Maia deve vir à Paraíba

Atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), intensificará a sua campanha de reeleição no Nordeste.

Um dos destinos a ser visitado tende ser a Paraíba entre esta e a próxima semana. É o que sinalizou ao Blog o deputado Efraim Filho (DEM-PB).

Em entrevista recente, o paraibano destacou que “Rodrigo não é o preferido pelo PSL nem pela oposição, mas é o único que é aceito por ambos”.

O cenário, porém, se modificou em parte na última semana quando Maia recebeu o apoio do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro e dono, a princípio, da segunda maior bancada na Câmara com 52 deputados.

O acordo desagradou o PP de Aguinaldo Ribeiro – que chegou a ser cogitado para disputa pelo presidente do partido, Ciro Nogueira -, dono da terceira maior bancada e ocupante da segunda vice-presidência da Casa, com o deputado André Fufuca-MA. Vaga que será do PSL, caso Maia prospere.

O apoio de Bolsonaro também comprometeu a relação com os partidos de esquerda – PT (56 deputados), PSB (32), PDT (28) e PC do B (9), além do MDB (34).

Política

Fim do foro: Efraim ironiza PT por tentar obstruir PEC

PT e PSOL não conseguiram obstruir a votação do parecer da PEC que restringe o foro privilegiado apenas para os chefes dos três poderes (presidente e vice da República, e presidentes da Câmara, do Senado e do Supremo Tribunal Federal).

Relator, o deputado federal Efraim Filho (DEM-PB), ironizou a tentativa sem sucesso.

“Não tiveram essa oportunidade”. 

A matéria seguirá da Comissão Especial da Câmara para uma nova votação, desta vez no plenário da Casa, mas só em 2019, devido às intervenções federais no Rio e em Roraima. 

“Vamos comemorar. É mais do que a mudança da letra fria da lei, é uma mudança de cultura”, comentou o parlamentar.

Política

Fim do foro: Comissão aprova parecer de Efraim

A comissão especial da Câmara Federal aprovou por unanimidade, em votação simbólica, o parecer do deputado Efraim Filho (DEM), que relata a PEC do fim do foro privilegiado para autoridades que cometerem crimes comuns, entre os quais roubo, lavagem de dinheiro e corrupção.

A aprovação assegura o trabalho desenvolvido pelo parlamentar paraibano, uma vez que, caso não tivesse sido votado, a PEC voltaria à estaca zero na próxima legislatura, com novos membros e reinício dos trabalhos.

A matéria chegará ao plenário da Casa para votação em 2019.

Ponte Redenção-Planalto

Vice-presidente nacional do DEM – partido que exercerá forte influência no governo Bolsonaro -, o deputado federal Efraim Filho está disposto a “construir pontes e não muros” na relação entre o governador eleito da Paraíba, João Azevêdo (PSB), e Jair Bolsonaro (PSL), presidente eleito do Brasil. Depois de uma desgastante eleição, talvez só quem esteve dos dois lados, poderá aproximar os diferentes. 

De Efraim para o PSB: “Queremos reciprocidade”

Com a segurança dada pela executiva nacional do Democratas, que aliança do Centrão com Geraldo Alckmin (PSDB), não refletirá necessariamente nos estados, o deputado federal Efraim Filho (DEM) aproveitou para endossar a indicação do seu partido ao nome do ex-senador Efraim Morais para vaga de vice na chapa de João Azevedo (PSB) ao governo.

Ainda que evite falar em imposição, Efraim endureceu o tom. “Não há imposição, existe diálogo, mas queremos respeito e reciprocidade, se tiverem argumentos, bom. Nós temos. Mas garanto que não tem nome melhor que o de Efraim [Morais]”, afirmou ao Arapuan Verdade, da Arapuan FM.

“Aliança vitoriosa tem que unir os diferentes. Efraim tem capacidade de trazer votos do setor produtivo paraibano. Essa é uma indicação não apenas do Democratas, mas sim de uma parte do grupo [partidos e prefeitos]”, argumentou.

DEM deixa clã Morais a vontade

Não será por falta de autonomia que o Democratas, do clã Morais, deixará de apoiar o PSB na eleição deste ano. Durante reunião nesta noite, em Brasília, a executiva nacional do partido deixou os diretórios estaduais a vontade.

>> Efeitos do apoio do Centrão a Alckmin

Segundo encontro: Lideranças do PP, PRB, PR, DEM e Solidariedade, o famoso Centrão, estão reunidos para decidir quem será o vice de Geraldo Alckmin (PSDB). As conversas com o empresário Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, esfriaram.

Efeito Centrão-Alckmin respinga na Paraíba

A aliança do Centrão com o presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) exigirá do governador Ricardo Coutinho e do pré-candidato do PSB ao governo do Estado, João Azevedo, esforços que não estavam previstos nos últimos dias de pré-campanha. Isso porque está em processo de construção a reprodução da aliança DEM-PSDB nos estados.

ACM Neto, prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, é quem está na linha de frente das articulações.

O primeiro efeito prático é não mais a garantia da manutenção do apoio ao PSB na Paraíba, dada até então como certa, apurou o Blog. Em Minas Gerais, o senador Antonio Anastasia (PSDB) pode retirar sua candidatura ao governo e apoiar o deputado federal Rodrigo Pacheco (DEM). Ao Blog, Pacheco tratou o movimento como natural.

Coincidência ou não, o ex-senador Efraim Morais, presidente estadual do legenda na Paraíba, e o deputado federal Efraim Filho (DEM) se encontraram neste fim de semana com o pré-candidato ao governo, Lucélio Cartaxo (PV), e o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), no interior.

No fim tudo pode até permanecer como estar, mas os girassóis terão uma dor de cabeça a mais.

Efraim se opõe a ala “extrema” do DEM

O deputado federal Efraim Filho (DEM) não vê problemas do partido se juntar a Ciro Gomes (PDT), pré-candidato a presidente da República. Depois do pedetista priorizar inicialmente alianças com o PSB e PC do B por se tratar de uma “hegemonia moral e intelectual”, uma ala do Democratas prometeu repudiar formalmente uma eventual aproximação da legenda com o ex-ministro. “Não faço parte de extremos. Não tenho nenhum veto a Ciro, converso bem com o PDT em Brasília e aposto no diálogo como o melhor caminho”, opinou o paraibano.

>> ALPB aprova remanejamento orçamentário de R$ 220 milhões