Em entrevista

Pedro defende posição do Congresso no caso Flávio

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) afirmou que “corrupção não se compara, se pune” ao defender uma posição crítica do Congresso sobre as investigações que apontam para o envolvimento do filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), o deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), no “esquema rachid” em seu antigo gabinete – quando funcionários de gabinetes são forçados a devolver parte do salário que recebem como contrapartida a própria contratação.

Em entrevista à Band News FM, Pedro tratou o caso como “negócio enrolado” e que o único movimento de Flávio Bolsonaro foi o de ter apelado ao foro privilegiado no Supremo.

Para Pedro, “não há foro privilegiado” nessa questão, uma vez que o primogênito do presidente ainda não tomou posse no Senado.

“Não podemos nos silenciar”.

Política

Professor, Pedro prega escola com bom senso

Na discussão se a escola deve ou não ter partido, o professor Pedro Cunha Lima prega a lei do “bom senso”.

Defensor da valorização da profissão, o também deputado federal ressalta que o momento do país pede mais do que uma guerra ideológica. 

“Temos a péssima cultura de achar que tudo se resolverá com uma lei. O professor tem que ter a consciência e o respeito ao aluno, diante da autoridade que exerce na sala de aula”, disse em entrevista à rádio Arapuan.

“A sala de aula é uma grande troca de conhecimento”, argumentou.

“Para mim vale a lei do bom senso”.

Na política de hoje, um conceito que anda em falta.

Legislativo

Pedro prega “união” em encontro com Bolsonaro

Em encontro agendado com o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), nesta quarta-feira (5), o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB) pregará a “união” e “apoio” do seu partido com o futuro governo. 

“Estou à disposição para contribuir nesse momento tão decisivo para o nosso país, onde a palavra de ordem deve ser união para que possamos consertar o Brasil na economia e geração de empregos”, destacou o paraibano ao Blog.

“Tudo que vier do governo, que esteja nessa direção, terá meu apoio e minha defesa por uma questão de obrigação nesse momento que o Brasil vive”, acrescentou.

O encontro fará parte de mais uma rodada de articulação política de Jair Bolsonaro com as bancadas partidárias – MDB e PRB foram os primeiros, ontem. Hoje, será a vez de PSDB e PR. 

O tiro do pai no discurso do filho

Com a bala em alta no Congresso, o senador não reeleito na última eleição, Cássio Cunha Lima (PSDB), deu um tiro no discurso do filho, o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB). O tucano foi um dos 46 senadores que votaram a favor do aumento de 16% nos salários dos ministros do STF em meio a grave crise econômica do país. 

Pedro Cunha Lima é um crítico aberto das mordomias e excessos de gastos dos Poderes. É autor, por exemplo, do projeto que restringe o uso de carros oficiais as autoridades de Brasília. O promissor Cunha Lima ainda vai constantemente a tribuna da Câmara para criticar os altos salários de ministros, a quem responsabiliza por provocar um impacto milionário no orçamento da União.

Pois bem. Os apelos de Pedro não foram ouvidos na própria casa. O voto do pai do deputado ajudará a causar um efeito cascata que custará aos cofres públicos 5,3 bilhões de reais por ano, segundo estudo do Senado. Os ministros, que ganham 33,7 mil reais, passarão a ganhar 39,2 mil. Os salários dos ministros do Supremo são regidos pelo teto constitucional. Eles são os servidores públicos mais bem pagos do país. Sempre que há uma elevação dos rendimentos, que precisa ser aprovada pelo Legislativo, todo o funcionalismo público recebe o benefício.

Além de Cássio, o senador Raimundo Lira (PSD), que também não terá seu mandato renovado a partir do próximo ano, também jogou a bomba para o povo se virar. José Maranhão (MDB) se absteve. 

O que dirá Pedro sobre o ‘voto do contra’ do pai? 

Após Ibope, filho sai em defesa do pai

Tão logo saiu o resultado da última pesquisa Ibope, antes da eleição, o deputado federal e candidato à reeleição, Pedro Cunha Lima (PSDB), saiu em defesa do pai, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), que caiu de primeiro para segundo na disputa pelo Senado. O tucano aparece atrás de Veneziano Vital (PSB) e empatado tecnicamente com Luiz Couto (PT) e Daniella Ribeiro (PP).

Em vídeo divulgado nas redes sociais, Pedro apela a um grupo de eleitores a votar no pai. O filho diz que o genitor é vítima de um bombardeio de uma estrutura de poder, cujo o objetivo é destruí-lo politicamente. 

“Quero pedir pelo meu pai, o senador Cássio Cunha Lima. Está precisando demais do apoio de cada um, não de hoje sofre um bombardeio, existe um objetivo político por parte de uma estrutura de poder em destruir meu pai, espalhando mentiras com portais de notícias, muita vezes pagos, para disseminar inverdades e para injuriar. É gente espalhando mensagens no Whatsapp, comentando em rede social querendo massacrar ele”, disse Pedro Cunha Lima.

O parlamentar enfatizou que o pai é um “homem bom e decente” e deve ser lembrado por sua trajetória.

“A gente acredita muito na força de uma trajetória de vida. Quem conhece meu pai sabe que ele é um homem bom. Um homem decente, que sempre gostou de ajudar a quem mais precisa”, pregou Pedro. 

A pesquisa Ibope foi realizada entre os dias 3 e 5 de outubro, com 812 entrevistados. Veneziano Vital (PSB) lidera com 37% das intenções de voto, seguido de Cássio Cunha Lima (PSDB), agora com 34%, Luiz Couto (PT), com 32%, e Daniella Ribeiro (PP), 30%. 

Deputados ficam ilhados na PB

O desembarque dos parlamentares paraibanos, em Brasília, nesta segunda-feira (28), a pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB), não será simples.

Falta combustível nos aeroportos do estado – Castro Pinto, em João Pessoa, e João Suassuna, em Campina Grande.

“Vamos ver como vai estar amanhã”, disse preocupado o deputado Efraim Filho (DEM).

“Vou voltar nem que seja de carro”, brincou o deputado Pedro Cunha Lima (PSDB).

A assessoria do senador José Maranhão (MDB) desconhece o plano do emedebista para voltar à capital federal. Maranhão está em pré-campanha ao Governo da Paraíba.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB) decidiu permanecer em Brasília desde sexta-feira (25).

“É fundamental que, neste momento, a Câmara dos Deputados esteja atenta e pronta para colaborar com soluções para os graves problemas enfrentados pelo país”, enviou Maia aos deputados.

Já Eunício quer votar o projeto que regula os preços de fretes rodoviários. A votação do projeto está incluída no acordo firmado entre o governo e caminhoneiros na quinta-feira (24).

O silêncio de Cartaxo

Pré-candidato ao Governo do Estado na aliança PV-PSDB, Lucélio Cartaxo, acompanha à distância o debate em torno do preço dos combustíveis.

E não precisa ir muito longe.

Lucélio viu o vereador Lucas de Brito e o deputado federal Pedro Cunha Lima assumirem a condição de cobrar o governador Ricardo Coutinho a diminuir o ICMS sobre os combustíveis, hoje 29% do preço que o motorista paga na Paraíba.

Na semana que a classe política foi acossada pela greve dos caminhoneiros, Cartaxo recolheu o carro a garagem.

Talvez nem a falta de gasolina justifique.

Pedro se junta a Alckmin por afastamento de Aécio

O deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) faz parte da ala tucana que defende o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) – agora réu na Lava Jato por corrupção e obstrução da Justiça – das eleições 2018. Ele se junta ao presidente nacional do PSDB e presidenciável, Geraldo Alckmin, que manifestou o mesmo desejo na última quarta-feira (19), em São Paulo.

>> O que a Oposição pode oferecer à Paraíba?

“O mais recomendável é que haja um passo atrás na política para primeiro ser dado uma satisfação no campo do judiciário, a respeito do que está sendo levantado e apresentado. Aécio como todo cidadão tem o direito de se defender e esclarecer o que estamos acompanhando”, cobrou o paraibano em contato com o Blog.

Novos depoimentos de delatores do Grupo J&F e da empreiteira Andrade Gutierrez ampliaram denúncias contra Aécio.

– Charge do Benett, via Folha.

Pedro tempera “Plano P”

Quem parece está animado com o “Plano P”, nome dado pelo jornalista Heron Cid ao prévio projeto da candidatura do deputado Pedro Cunha Lima (PSDB) ao governo, é o próprio tucano.

Pedro anunciou a construção de sua candidatura a lideranças do PSDB nacional em um jantar antes do feriadão da Semana Santa.

O movimento conta com o apoio nacional do partido.

Ainda que publicamente evite falar sobre o assunto, fato é que Pedro começou a temperar o “Plano P”.

Pedro segue no ninho

O deputado Pedro Cunha Lima levou ao senador Tasso Jereissati, da cúpula nacional do PSDB, o convite que recebeu do PPS. O paraibano foi aconselhado a se manter no ninho. Ao Rádio Verdade, da Rede Arapuan de Rádios, Pedro disse “não está vendo acontecer” as mudanças prometidas pelo PPS para o seu ingresso.

“Não estou vendo isso acontecer, se for para mudar de partido por mudar não faz sentido. A conversa com Tasso foi basicamente para fazer a atualização em relação a isso. Ele falou no sentido ‘não se iluda com movimentos que talvez não seja o que você acha que vai ser’. Não estou vendo a coisa ganhar corpo como gostaria”, explicou.